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Mísseis Ar-Ar (AAM) da Rússia
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O R-40 (AA-6 "Acrid") é o maior míssil ar-ar operacional do mundo. Desenvolvido nos anos 60 como a arma principal do interceptador MIG-25, sua tecnologia rústica e confiável o fez entrar ainda nos anos 80 e 90 como uma arma importante no arsenal do MIG-31 (somente o modelo R-40T). Os modelos desenvolvidos seguiam o padrão Soviético o R-40R (guiado a radar) e o R-40T (guiado a infravermelho) ambos devem ser disparados em sequência contra um mesmo alvo. R-40T/R originais entraram em serviço em 1972, os modelos aperfeiçoados R-40TE/RE em 1980.
Em breve mais fotos do R-40. |
Na guerra do Golfo em 1991 a combinação MIG-25/R-40 pode ter cido o responsável pela única perda da USAF em combate aéreo reconhecida oficialmente em 1993, um F/A-18C. A grande ogiva dos R-40 projetada para destruir bombardeiros assegurou a destruição do caça, com o acerto de um único míssil, e a morte do piloto.
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O R-23 (AA-7 "Appex") foi o míssil desenvolvido para o caça MIG-23 durante os anos 60, as duas versões criadas foram o R-23R (guiado a radar semi-ativo) e R-23T (guiado a infravermelho), o lançamento simultâneo dos 2 mísseis contra um único alvo para aumentar as chances de acerto era a prática comum. Na prática se mostraram inferiores aos seus equivalentes americanos aos AIM-7 "Sparrow", logo foi desenvolvido os R-24R e R-24T (aperfeiçoamento direto do R-23) combinado a última versão do MIG-23 o MIG-23 MLD ("Flogger-K" ou "Super Flogger") de uso exclusivo da Rússia. Eles foram os últimos mísseis Soviéticos considerados inferiores aos seus equivalentes ocidentais, seus substitutos desenvolvidos ainda na antiga União Soviética e Rússia, R-27, R-33, R-73, R-77, se mostram hoje ao menos comparáveis aos melhores ocidentais e na maioria das vezes são até melhores.
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O R-60 (AA-8 "Aphid") é um míssil de combate a curta distância de busca infravermelha passiva de amplo aspecto. O R-60 é carregado por praticamente todas as aeronaves Russas de combate do antigo MIG -21 ao moderno MIG-31 e helicópteros. Desenvolvido no fim dos anos 60 para equipaer o MIG-23 com cabides simples ou duplos, logo foi aperfeiçoado para a versão R-60M (*), com maior alcance e sistema de orientação melhorado. É o menor, míssil projetado desde o ínicio com AAM, do mundo, de grande agilidade podendo ser comparado às versões medianas dos AIM-9 ("Sidewinder") porém, mais ágil e de menor alcance. Na Rússia ainda é usado como míssil de autodefesa dos aviões de ataque SU-24 e SU-25 e helicópteros de combate. A Romênia desenvolveu uma versão aperfeiçoada com tecnologia Israelense. Na antiga Iugoslávia foi adaptado de forma improvisada, o seu uso como SAM (Míssil Superfície Ar) em um lançador simples rebocado.
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R-60 modelo em serviço à partir de 1972 / 73. R-60M modelo modernizado surgiu por volta de 1978. R-60MK modelo "M" para exportação. R-60U modelo de treinamento sem propulsão e ogiva.
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O Vympel R-27 (AA-10 "Alamo" para a O.T.A.N.) é o míssil primário dos SU-27 e MIG-29. Tendo entrado em produção em 1.982. O R-27 é altamente efetivo contra aeronaves ágeis, helicópteros e mísseis cruise, em qualquer condição metereológica, com capacidade de engajar alvos parasitas ao solo ou mar, com o avião lançador voando a 10km de altitude de onde também pode atingir alvos até 20km de altitude, a velocidade de 3.500km/h e uma carga-g acima de 8.9s.O R-27 tem grande número de versões equipadas com vários tipos de cabeças de busca: radar semi-ativo (SARH) da versão inicial chamada R-27R("Alamo-A") que geralmente é carregado em conjunto com o R-27T ("Alamo-B") de orientação a infravermelho (IR) que podem ser lançados em sequência contra o mesmo alvo aumentando a probabilidade de acerto. Versões de longo alcance foram denominadas R-27RE ( "Alamo-C") e R-27TE ("Alamo-D") eles receberam mais um motor na traseira de diâmetro aumentado, o R-27EM teve ampliada sua capacidade contra alvos a baixa altitude e mísseis sea-skimming, o R-27AE dispõe de guiagem terminal ativa, e o R-27PS foi adaptado para caças antigos como os MIG-21 e MIG-23. O aperfeiçoamento deste formidável míssil continua.
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O R-27 também equipa caças chineses como o F-8M. |
O R-33 (AA-9 "Amos") é o míssil primário do MIG-31 com a aparência e capacidade semelhantes ao AIM-54 "Phoenix" americano. O R-33 conta com controle inercial a radar semi-ativo e ativo no final do vôo, sendo a combinação MIG-31/R-33 (operacional desde 1982/83), e ainda uma das melhores do mundo, o míssil é capaz de destruir alvos a altitude de 25m à 28km voando a mais de 3600km/h, a altitude do alvo pode variar 10km acima ou abaixo da aeronave lançadora. o R-33 é usado apenas pelo MIG-31 que nunca foi exportado ou cedido aos países da Extinta União Soviética. R-33 operacional desde 1982. R-33S modelo aperfeiçoado, com melhores sistemas de guiagem e alcance ampliado, surgiu em 1985.
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O R-73 ( AA-11 "Archer") foi desenvolvido para substituir o R-60 e é o primeiro de uma nova geração de mísseis de alta manobralidade de combate a curta distância . De guiagem IR passiva, se mostra o melhor míssil da categoria em largo uso operacional no mundo.Ele representa hoje os parâmetros a serem seguidos pelos projetistas de míssil do mundo todo, suas princípais inovações foram: ultramanobralidade conseguida através de "Canards", asas com partes móveis, empuxo vetorial, um novo motor tipo propelente sólido lhe conferiu um alcance de 30km (nas primeiras versões) e mais de 40km nas novas versões (contra um alcance médio de 12km dos míssis equivalentes); seu sistema de busca foi acoplado a uma mira no capacete com ângulo de visada de 45º (nas primeiras versões) até mais de 60º ou 90º, um novo e potente explosivo permitiu uma ogiva mais leve (7,4kg contra 10kg da média de seus concorrentes) mas com um poder de detruição equivalente. Em 1997 foram reveladas novas versões o R-73EL com um detonador de proximidade a laser, e o R73 de disparo para trás, o míssil é carregado para frente, sendo lançamento para trás realizado do míssil é ligado fazendo ele fazer uma curva e 180º colocando-o na posição de busca do alvo, por fim a última versão revelado foi o R-74ME com uma cabeça de busca mais sensível com um ângulo de pelo menos 90º. A despeito dos aperfeiçoamentos que continuam, os Russos já projetam o substituto da família R-73/74 o R-30, garantindo a supremacia russa nessa area. O R-73 é um dos principais exemplos de como as armas Russas/Soviéticas eram substimadas pelos militares do ocidente, na prática o R-73 se mostrou 20 anos à frente aos seus equivalentes do ocidente, somente agora é que estão sendo desenvolvidos mísseis com características semelhantes, visivelmente inspirados nele.
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O Vympel R-77 (AA-12 "Adder") é a nova geração mísseis Russos de médio alcance, ele é efeciente contra aeronaves ágeis, mísseis Cruise, AAMS e SAMS, bombardeiros a grande altitude, helicópteros (inclusíve em vôo pairado), em qualquer tempo, o míssil engloba guiagem por rádio-comando no ínicio do vôo e guiagem ativa por radar monopulso-doppler ativo, o radar ativo desenvolvido pela Agat, dispõe de uma antena de diâmetro maior que a do AIM-120 "AMRAAM", possibilitando um maior ângulo de busca e travamento do alvo, sua guiagem é naturalmente resistente e contra-medidas eletrônicas (ECM). Mais uma vez os Russos inovaram dotando esse míssil com uma aerodinâmica sem igual, pequenas asas fixas (ideais para alojá-los em compartimentos internos de armas nos novos caças de tecnologia Sthealth) que também reduzem sua assinatura de radar, suas aletas de controle são dobráveis e se parecem com grelhas que proporcionam uma agilidade sem igual.
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Note as asas de pequena envergadura e as aletas dobráveis. O R-77M, possui propulsão combinada propulsor sólido e pulso jato(Ramjet), que lhe proporcionou um alcance superior a mísseis bem maiores. |
O R-37 (AA-13 "?") foi desenvolvido como substituto do R-33 possui asas reduzidas e estabilisadores dobravéis para uso em compartimento de armas internos dos projetos de caças inteceptadores de 5º. geração como os Sukhoi S-32/37, MIG-1-42 e MIG-701P, posteriormente surgiu como o armamento principal do MIG-31M (seis mísseis semi-embutidos na fuselagem, além de mais 4 R-77 sob as asas). Os testes realizados em 1993 desmonstraram seu grande alcance, que o deixou com o título de AAM de maior alcance do mundo. Ele Chegou a ser cogitado para armar os SU-30 (interceptadores Bipostos) e os SU-35/37, a idéia foi abandonada por falta de verbas, agora é possível a reativação deste projeto. O R-37 possui guiagem por radar ativa e ainda se pretende ampliar ainda mais seu alcance.
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O Novator KS-172 (AAM-L "?") é o maior míssil ar-ar do mundo, com a sua função primária anti-AWCS ele é um míssil único, com alcance de mais de 400km. Derivado do míssil 9N37 do sistema antiaéreo S-300/400(Sa-10/20 "Grumble/Triunph"). Sua plataforma de lançamento teria sido o projeto vencedor do programa MFD(Caça pesado de longo alcance), representados pelos Sukhoi S-32 e o Mig-701P ambos teriam cerca de 30 metros de comprimento, mais de 50 toneladas de peso, supercruzeiro, tecnologia furtiva aos radares, alcance supersônico de 7000km(11000km em cruzeiro) e 8 mísseis KS-172 em compartimento de armas interno, esses projetos que deveriam substituir os Mig-25/31, foram cancelados devido ao seu alto custo, o desenvolvimento do KS-172 continuou para equipar os Su-35, Mig-31M e Mig-1.42 e provavelmente novas e ou futuras versões dos Su-30 e Mig-29. O desenvolvimento continuo dos propulsores para os mísseis dos sistemas antiaéreos S-400 e o futuro S-500, já faz prever um alcance ainda maior para o KS-172.
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